Antonio Obá
Lumen gentium: dois irmãos, 2026
oil on canvas
150 x 120 cm
59 x 47 1/4 in
59 x 47 1/4 in
Lumen gentium: dois irmãos [Lumen Gentium: Two Brothers] (2026) presents a composition referring to a ritualistic, liturgical situation, with elements devoted to a heavenly Earth. At least as a rite,...
Lumen gentium: dois irmãos [Lumen Gentium: Two Brothers] (2026) presents a composition referring to a ritualistic, liturgical situation, with elements devoted to a heavenly Earth. At least as a rite, this idealization may be forged with the intent of communion, in which two figures place themselves as heralds of a fertile nature that permeates every depth. The sacrificial reference (present in many rites), as a path toward a new existence, is suggested in the crimson branch of the tree that seems to wound one of the characters and in the chicken tied to the trunk – a clear sign of an expiatory offering that will give rise to a new being. In this case, it is the child lifted into the tree, aligned with the luminescence that indicates a path through the birth of a new consciousness.
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Lumen Gentium: dois irmãos (2026) apresenta uma composição referente a uma situação ritualística, litúrgica, com elementos devotados à uma Terra paradisíaca. Ao menos, enquanto rito, essa idealização pode ser forjada num intento de comunhão, no qual duas figuras se colocam como arautos de uma natureza fértil que toma conta de toda profundidade. A menção sacrificial (presente em muitos ritos), como caminho para uma nova existência, está sugerida no galho rubro da árvore que parece ferir uma das personagens e a galinha amarrada ao tronco, claro significado de oferenda expiatória que dará luz um novo ser, no caso, a criança içada na árvore, alinhada à luminescência a indicar caminho, por meio da natividade de uma consciência nova.
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Lumen Gentium: dois irmãos (2026) apresenta uma composição referente a uma situação ritualística, litúrgica, com elementos devotados à uma Terra paradisíaca. Ao menos, enquanto rito, essa idealização pode ser forjada num intento de comunhão, no qual duas figuras se colocam como arautos de uma natureza fértil que toma conta de toda profundidade. A menção sacrificial (presente em muitos ritos), como caminho para uma nova existência, está sugerida no galho rubro da árvore que parece ferir uma das personagens e a galinha amarrada ao tronco, claro significado de oferenda expiatória que dará luz um novo ser, no caso, a criança içada na árvore, alinhada à luminescência a indicar caminho, por meio da natividade de uma consciência nova.