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Castiel Vitorino Brasileiro, Remember when we talked about meeting again, Mendes Wood DM, Nova York, 2022
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Sobre

“[Castiel] vive a Transmutação como um designo inevitável. Dribla, incorpora e mergulha em sua ontologia Bantu. Assume a cura como um momento perecível de liberdade. Estuda e constrói espiritualidade e ancestralidade interespecífica.”

Artista, escritora e psicóloga, seus trabalhos transcendem de uma dupla dimensão: da cura nos campos existencial e corporal, e da reterritorialização do corpo e dos espaços em que circula e os quais habita. Sua obra articula-se entre performance, vídeo, fotografia, instalação, situação e práticas pictóricas, transitando num espectro aberto entre tradições comuns ao campo da arte, da cura, do encontro, da macumba e da dimensão psíquico-espiritual. Suas ideias-imagens, magnéticas e estonteantes, trazem alta intensidade energética, provocando deslocamentos cognitivos que diluem dicotomias entre cultura e natureza, e desautorizam as estruturas que racializam e sequestram a fluidez das experiências. Seus atos dão nome aos traumas, para que tomem rumo.

Entrelaçando saberes diversos, sugere trocas e torções de todas as ordens. E, dessas práticas, emergem movimentos de um ritual próprio, mobilizados pela astúcia da língua, pela ginga da cintura e pelo cuidado da alma. Da sua inventividade elementar para corpos e transes esotéricos, transcorrem ações e vibram elementos daqui e de lá.
–Germano Dushá

Exposições individuais recentes incluem Remember when we talked about meeting again, Mendes Wood DM, Nova York (2022); O Trauma é brasileiro, Galeria Homero Massena, Vitória (2019). Exposições coletivas incluem Social Fabric: Art and Activism in Contemporary Brazil, Visual Arts Center at the University of Texas, Austin (2022); 4+3=1, SAVVY Contemporary, Berlim (2022); Atos Modernos, Pinacoteca de São Paulo, São Paulo (2022); Eclipse, Hessel Musem of Art, Nova York (2021); Crônicas Cariocas, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2021); LA PISADA DEL ÑANDÚ (O CÓMO TRANSFORMAMOS LOS SILENCIOS), La Virreina Centre de la Imatge, Barcelona (2021); Enciclopédia Negra, Pinacoteca de São Paulo, São Paulo (2021); 11th Berlin Biennial of Contemporary Art, Berlim (2020).

CV

Exposições individuais
2022
Remember when we talked about meeting again, Mendes Wood DM, Nova York, EUA
2019
O Trauma é brasileiro, Galeria Homero Massena, Vitória, Brasil

Exposições coletivas
2022
Social Fabric: Art and Activism in Contemporary Brazil, Visual Arts Center at the University of Texas, Austin, EUA
4+3=1, SAVVY Contemporary, Berlim, Alemanha
Atos Modernos, Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil
La pisada del Ñandú (o cómo transformamos los silencios), Museo de Arte Contemporáneo de Panamá, Cidade do Panamá, Panamá
Now that we found freedom, what are we gonna do with it?, Hangar, Lisboa, Portugal
2021
Flamboyanzinho, Flor-de-pavão, Flamboyant-mirim, Barba-de-barata, Galeria da Boavista, Lisboa, Portugal
12ª Bienal de Dança, São Paulo, Brasil
Eclipse, Hessel Museum of Art, Bard College, New York, USA
Composições para tempos insurgentes, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Terra e Temperatura, Almeida & Dale Gallery of Art, São Paulo, Brasil
Crônicas Cariocas, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil
O rio é uma serpente, Frestas – Trienal de Artes, Sorocaba, Brasil
LA PISADA DEL ÑANDÚ (O CÓMO TRANSFORMAMOS LOS SILENCIOS), La Virreina Centre de la Imatge, Barcelona, Espanha
Notes on Travecacceleration, LUX, Waterlow Park Centre, London, UK
O Dia Antes da Queda, São Paulo, Brasil
And if I devoted my life to one of its feathers?, Kunsthalle Wien, Viena, Austria
Enciclopédia Negra, Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil
2020
Abre-Caminho, Centro Cultural São Paulo, São Paulo, Brazil
Vozes contra o racismo, São Paulo, Brazil
Casa Carioca, Rio de Janeiro, Brazil
11th Berlin Biennial of Contemporary Art, Berlim, Alemanha
2019
Arrebatra!, Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil
Magia Negra – Mostra coletiva de artes visuais e música, espaço Coaty, Salvador, Brasil
Começo de Século, Galerie Jacqueline Martins, São Paulo, Brasil
Gira, Museu Capixaba do Negro, Vitória, Brasil
Experiências Impares, Galeria Virginia Tamanini, Vitória, Brasil
Matriz colonial, Cartel 001, São Paulo, Brasil
Aqui foi o Quilombo do Pai Felipe, exposição virtual
2018
Territórios Internos, Casa Porto de Artes Plásticas, Vitória, Brasil
In.corpo.rar: exposição viva., Galeria do Centro de Artes UFF, Niteroi, Brasil
Atos de Mover, Centro de Artes e Comunicação, Recife, Brasil
Ver o invisível, dizer o indivizível, Valongo – Festival Internacional da Imagem, Santos, Brasil
Malungas, Museu Capixaba do Negro, Vitória, Brasil
2017
Davisuais, Galeria de Arte e Pesquisa, Vitória, Brasil 

Exposições
Castiel Vitorino Brasileiro Remember when we talked about meeting again
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