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Casi Namoda, The sun has not yet burned off the dew, Mendes Wood DM, São Paulo, 2021
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Sobre

Cassi Namoda usa a pintura como exercício de cruzar referências culturais e históricas entre seu país de origem e o resto do mundo.

Usando cores e intensidades que vão do sutil ao mais ácido, aplicadas em pinceladas cruas e expressivas, a artista explora e mistura símbolos religiosos com personagens literários e pessoas reais, tecendo narrativas complexas. Namoda estuda os improváveis pontos de encontro entre mitologias antagônicas e dá um novo significado aos símbolos por meio de imagens construídas com ousadia.

Um aspecto característico de seu trabalho é que ele reúne uma constelação de referências externas que a artista então mistura com aspectos muito pessoais de seu mundo, perto de como um romancista constrói uma história amalgamando o pessoal com o universal. Desta forma, as obras de Namoda as vezes retratam amigos seus e pessoas que ela conhece, mas em uma época diferente ou contexto improvável. Além disso, a figuração de Namoda reúne cenas terrenas com contextos teológicos muitas vezes complexos, e seu trabalho pode revelar as imagens mais sagradas e simbólicas com as mais populares e contemporâneas. Essa liberdade é um dos aspectos centrais de sua pintura, que questiona os limites geográficos e temporais de histórias contadas mas não usualmente pintadas.

Cassi Namoda (1988, Maputo, Moçambique) vive e trabalha entre Los Angeles e Nova York.

Recentes exposições individuais incluem François Ghebaly, Los Angeles and Nina Johnson Gallery, Miami. O trabalho de Namoda também é incluído em mostras nos seguintes museus: Caribbean Cultural Center African Diaspora Institute, Nova York; Museum of Contemporary African Diasporan Arts, Nova York; CFHILL, Stockholm; Library Street Collective, Detroit; Nicodim Galleries, Los Angeles e Bucharest. Este ano Namoda foi nomeada ‘Rising Arts Stars of 2020’ pela Elephant Magazine e teve um trabalho comissionado para a capa da edição de Janeiro da Vogue Italia. Seu trabalho integra as coleções Pérez Art Museum, Miami; Studio Museum, Harlem; e Baltimore Museum of Art. 

CV

Exposições individuais
2021
The sun has not yet burned off the dew, Mendes Wood DM, São Paulo, Brasil
2020
To Live Long is To See Much, Goodman Gallery, Johannesburg, África do Sul
You’ll be old too one day. Life isn’t always young and sweet., François Ghebaly, Los Angeles, USA
Little is Enough for Those in Love, Pippy Houldsworth Gallery, Londres, UK
2019
The Day a Monkey is Destined to Die All Trees Become Slippery, François Ghebaly, Los Angeles, USA
2018
Outside the Witch Doctor’s House, Nina Johnson Gallery, Miami, USA
We Killed Mangy Dog, Harper’s Books, Hamptons, USA
Bar Texas, 1971, Library Street Collective, Detroit, USA
2017
Meat is Meat & Our Nightly Bread, OOF Books, Los Angeles, USA
Island of Earth, Front Room Gallery, West Hollywood, USA

Exposições coletivas selecionadas
2021
The Winter of Discontent, 303 Gallery, Nova York, USA
Hi(Story) Telling, Galerie Sfeir-Semler, Beirut, Libano
2020
Dwelling is the Light, Timothy Taylor, Londres, UK
American Women, La Patinoir Royale-Galerie Valérie Bach, Bruxelas, Bélgica
2019
Bad Peach, François Ghebaly, Los Angeles, USA
L.A. Dreams 2, CFHILL, Stockholm, Suécia
Sister Sister, The National Arts Festival, Grahamstown, África do Sul
2018
Winter in America III, Moms Favorite Space, Los Angeles, USA
Coping Mechanisms, Library Street Collective, Detroit, USA (curada por Sara Nicholson)
BioPerversity, Nicodim Gallery, Los Angeles, USA
The Adderall and The Ecstasy, Nicodim Gallery, Bucharest, Romênia

Coleções Públicas
Pérez Art Museum Miami, Miami, USA
Baltimore Museum of Art, Baltimore, USA
MACAAL, Marrakesh, Marrocos
The Studio Museum in Harlem, Nova York, USA
Inhotim, Minas Gerais, Brasil

Exposições
Cassi Namoda The sun has not yet burned off the dew
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